11/10/10

"Desadorando"

“DESADORANDO”

Numa aula para crianças sobre adoração, um pastor começou perguntando sobre o antônimo de certas palavras:
- “Qual é o antônimo de alegre?”“Triste”, responderam em uníssono.
- “E de feio?”“Bonito!”
E assim ele prosseguiu até chegar à adoração.
- “Qual é o antônimo de adorar?”

Uma menina, de 10 anos, levantou a mão, e disse com convicção:
- “Reclamar!”

Para aquela sábia menina, adoração é um modo de viver. Então, desculpem o neologismo, mas quem vive murmurando, desadora. Quem só sabe ver o lado negativo das coisas, desadora. Quem é incapaz de reconhecer a boa mão de Deus na sua vida, desadora. Quem não dá graças a Deus em tudo, desadora. E todas as vezes que estamos reclamando de qualquer coisa, estamos fazendo o contrário de adorar. Então, temos muitos crentes que vêm aos cultos públicos para adorar a Deus, mas O desadoram na vida. Parece que o apóstolo Paulo falou nisto, quando deixou este princípio: “Portanto, seja comendo, seja bebendo, seja fazendo qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co 10.31).

Não se trata de jogar “o jogo do contente”, ensinado no livro Pollyanna, de Eleanor H. Potter. Pollyanna é a história de uma menina de onze anos, filha de um missionário pobre, que após ficar órfã, vai morar em outra cidade com uma tia rica, rígida e severa, à qual não conhecia previamente. Ela ensina às pessoas na nova comunidade “o jogo do contente”, que havia aprendido com seu pai no dia em que esperava ganhar uma boneca e recebeu um par de muletinhas. Seu pai lhe explicou que não existia nada que não pudesse ter dentro qualquer coisa capaz de nos fazer contentes, e ela então ficou contente por não precisar das muletinhas. Decididamente, não é isso. Adoração não é uma fuga da adversidade, mas um novo modo de viver em que colocamos o Senhor no centro e vivemos em função dele.

Desadoramos a Deus também quando fazemos uma distinção entre o secular e o sagrado. Ir à igreja é sagrado. Ir à escola é secular. Ler a Bíblia é sagrado, mas ler o jornal é secular. Assim, na área do sagrado temos um tipo de comportamento, nos vestimos de uma maneira e falamos o “evangeliquês”, que é o dialeto espiritual dos crentes. Mas, em outros lugares, mudamos a nossa forma de ser e de agir. Na Bíblia, esta desadoração também é chamada de hipocrisia.

Outra forma sutil de desadoração é quando buscamos a glória e o reconhecimento por aquilo que fazemos, e procuramos ficar debaixo dos holofotes da aprovação humana, mais do que da aprovação divina. O louvor e o reconhecimento das pessoas tornam-se a motivação principal das nossas ações. Você se coloca numa posição de superioridade, querendo se tornar o centro e, consequentemente, todos, inclusive Deus, são deixados de lado. Assim, muitas das disputas e competições entre igrejas evangélicas, pastores e denominações são manifestações claras deste tipo de desadoração. Por trás dos inúmeros anúncios de curas, milagres, conversões e poder está o pecado da soberba. Lá estão pastores e líderes cobiçando o louvor da comunidade e o reconhecimento da sua superioridade (espiritualidade). Sem perceber, fazem de tudo para atrair sobre si o foco do louvor. Isso também é chamado de espiritualidade ostentatória.

Na adoração Deus é engrandecido. Na desadoração Deus é esquecido. Na adoração nós diminuímos. Na desadoração nós crescemos. Na adoração buscamos a Glória de Deus. Na desadoração buscamos nossos direitos. Na adoração Deus é tudo. Na desadoração Ele é quase nada.

Resta-me lhe fazer uma última pergunta: A sua vida adora ou desadora?

11/9/10

BEHIND THE SCENES: Anthropologie

BEHIND THE SCENES: Anthropologie
A few months ago, the San Francisco Anthropologie Visual Team invited me to their store for a little behind the scenes sneak peak of the putting together of their Autumn window display. Of course I said yes and of course I brought my camera, so here's a little behind the scenes look at what goes into installing Anthropologie's new window displays.

First off, all of Anthropologie's installations/displays are handmade, so a lot of the process is devoted to thinking, "Okay, we have an idea, now how are we going to execute it, what materials are we going to use, etc." This particular window display involved wooden oars, buoys, and a wooden boat.

The wood for the oars was purchased at a hardware store and the Anthropologie crew had to cut and nail the pieces together to create the oar. After that, they had to paint the oars.

Rachel hanging the oars:
BEHIND THE SCENES: Anthropologie
BEHIND THE SCENES: Anthropologie
The back office (where all the craft projects take place) and the finished (hung) oars:
BEHIND THE SCENES: Anthropologie
Rachel painting ropes on the window:
BEHIND THE SCENES: Anthropologie
Interns Priscilla and Bethany making buoys out of balloons and paper mache-ing over the balloons and flower pots:
BEHIND THE SCENES: Anthropologie
The final product:
BEHIND THE SCENES: Anthropologie
BEHIND THE SCENES: Anthropologie
Annnd a little photo of me and the San Francisco Anthropologie Visual Team :)
BEHIND THE SCENES: Anthropologie
(liz, rachel, carmen, amber, nikki, and me)

Hope you enjoyed the little behind the scenes look at Anthropologie. And a special thank you to the SF Anthropologie Visual Team for inviting me out for the visit! I think I know where I want to work in a few years... :)

11/8/10

SEÑORA BERENJENA A CROCHET



-Hola amigas, aquí estoy de nuevo con otra amiga, la señora berenjena, como siempre la empezó la pequeña de la casa y la acabó la más vieja... yo misma:
-Como siempre empezaremos con el yá famoso anillo mágico de seis puntetes.
-Seguimos aumentando en la segunda vuelta uno en cada punto anterior. 12mp. -3ª -18 mp..
-4ª -24 mp.
-5ª -30 mp.
-6ª-36 mp.
-Doy por echo que aunque lo escriba de esta manera.... que parece que no tiene sentido, habeís leido las entradas anteriores que viene mejor explicado y la base de todas las frutas es la misma.
-7ª -42 mp.
-8ª - 48 mp.
- 9ª -54 mp.
- De la vuelta número 9 a la vuelta número 11 igual 54 mp.
-Apartir de la vuelta número 12 empezaremos a meguar pero alternandolo con algún aumento.
-12ª -48 mp.
-13ª -48 mp.
-De la número 14 a la 22 igual .48 mp.
-En la vuelta 23 tenemos que aumentar un punto por cada 8 =54 mp.
-De la vuelta 24 a la 28 igual .54 m.
-Apartir de la vuelta 29 ya empezamos a menguar cada vuelta.
-29ª -48 mp.
-30ª- 48 mp.
-31 -42 mp.
-32ª -42 mp.
-33ª -36 mp.
-De la vuelta 34 a la vuelta 46 igual. 36 mp.
-47º -30 mp.
-48ª- En esta vuelta menguaremos solamente uno al principio y otro al final. 28 mp. Acordaros de meter el relleno.
-49ª- 22 mp.
-50ª -16 mp.
- Apartir de la vuelta 51 cerramos en espiral.
-HOJAS:
-Cambiaremos y ahora tejeremos con hilo de color verde:
-Hacemos otro circulo mágico de seis puntos tejiendo en número de vueltas que ustedes quieran, es decir, según quieran que sea de alto la ramita de la parte superior de la berenjena.Apartir de aqui vamos a hacer las hojas como si fuera un anillo mágico :
-12 mp.
-18 mp.
-24 mp.
-30 mp.
-36 mp.
-De aquí en adelante trabajaremos cada hoja por separado, repartiendo los 36 mp entre cuatro hojas, es decir, que cada hoja parte de la base de nueve puntos , empezaremos y acabaremos una por una, las cuatro hojas :
-2ª : 4mp / -1 mp / 4 mp = 8 mp.
- 3ª : 3 mp/ -1 mp / 3 mp = 7 mp.
-4ª : 3 mp / -1 mp / 2 mp = 6 mp.
-5ª : 2 mp / -1 mp/ 2 mp = 5 mp.
-6ª : 1 mp / -1 mp / 2 mp = 4 mp.
-7ª : 1mp / -1 mp / 1 mp = 3 mp.
-8ª : Cerramos los tres puntos que quedan de una vez, hacemos una cadena y rematamos.
-De esta manera se tejeran las cuatro hojas por separado, si ustedes ven que no se quedan bien sentaditas pueden coserlas dandoles algunas puntadas invisibles por el reverso.
No es por nada, pero esto es mas facil de hacer que de explicarlo con palabras. No siento el tiempo que tardo en hacerlo , si no, el que tardo en escribir todo el testamento.
¡¡¡¡Pero eso sí!!! me encanta poder compartir con todas ustedes .......... la cuestion no es exponer orgullosamente nuestros trabajos..... si no el poder compartir, el poder enseñar..esto ultimo es lo que más me alegra de todo, pues muchas de ustedes tendrán la suerte de tener a alguien que les guie y enseñe, yo en mi caso ni una cosa... ni otra, todo a base de calentarme la cabeza, haciendo y deshaciendo. Este es le resultado del poquito tiempo que para estas cosas puedo robarle a mi familia.Un saludo a todas ustedes, gracias por seguirme y ¡¡¡¡por que no !!!! aprender conmigo, si tienen alguna duda no lo piensen dos veces y escriban, encantadas de poder ayudarlas..

Restless Wind by Kitty Gallannaugh

kitty
Kitty Gallannaugh is someone who continually amazes me with her new photographs. She's a 20-year-old London based photographer and I just know she's going to do some amazing things. Restless Wind is her first short film, and just like the title suggests, it is mighty mighty lovely.
Restless wind by Kitty Gallannaugh
Restless wind by Kitty Gallannaugh
I love the way she sees color... just beautiful.

You can view Restless Wind here and visit Kitty's website here.

(all photos are photo stills from kitty's short film, restless wind)

11/7/10

A Arte de Meter Medo nos Crentes

Morava em Lisboa quando apareceu na cidade um pastor amigo, que fora meu conselheiro na época de Embaixador do Rei. Ele estava de passagem para uma visita a Israel. A alegria de revê-lo ficou maior com a oportunidade dele falar ao nosso grupo de estudo bíblico.

Ele preferiu dar o seu testemunho. A sua mãe era Mãe de Santo, e funcionava na sua casa um centro espírita. Como se dizia anos atrás, ele era um jovem da pá virada. Vivia envolvido em brigas e confusões. Era alto, forte e aventureiro. Um dos tios da minha esposa era um dos seus parceiros preferidos.

Um dia alguém lhe falou do evangelho, e ele se converteu. Aquilo foi uma reviravolta no bairro. Muitos não acreditavam na sua transformação. Mas ela veio, realmente. E chegou de tal forma que já nenhuma entidade baixava no centro espírita que funcionava no seu lar. A presença dele na casa impedia a chegada de qualquer “guia”. Um dia ele percebeu que seu pai o olhava com ódio. Foi saber a razão. Ele estava prejudicando as atividades espirituais da mãe.

Pouco tempo depois, ele se sentiu chamado para o ministério pastoral. Foi para o seminário, se formou, casou e tornou-se pastor. O tempo passou, e já era pastor há anos, fora do Rio, quando deixou de viver uma vida íntima com Deus. Um dia, disse ele, estava no templo quando uma mulher entrou no gabinete pastoral para lhe fazer ameaças, em nome de uma entidade. Então, ele se lembrou da época de novo crente, quando vivia uma vida bonita e sincera com Deus, e como só a sua presença impedia a ação do inimigo no seu lar. Agora, pastor, vivendo uma vida dúplice, era ameaçado no gabinete pastoral. Ajoelhou-se, confessou seus pecados, e pediu a Deus nova oportunidade para viver uma vida fiel a Ele.

Revigorado, dava testemunho da ação de Deus na sua vida e ministério, mas começou a colocar medo nos crentes, falando de quadros e objetos nas casas, que se prestavam à ação do Maligno nos seus lares.

Muitos evangélicos pregam, hoje, que há uma guerra entre “divindades pagãs” e Deus. Chamam isso de “batalha espiritual”. Sinceramente, creem eles que estas "divindades" existem, mas elas não passam de mera criação da mente humana, como foram Afrodite (deusa do amor, do sexo e da beleza corporal), Posseidon (deus supremo do mar, dos rios,fontes, terremotos e cavalos), Apolo (deus da divina distância, identificado com o sol e a lua), Castor e Pólux (deuses gêmeos, padroeiros dos navegantes, que protegiam os marinheiros da agitação do mar e dos ventos), deuses fictícios da mitologia Greco-romana. Por exemplo, Yemanjá, Exu, Pomba-Gira, cridos, respeitados e temidos hoje, também não existem. Só há um Deus, e não há divindades com as quais Ele tenha de lutar (1Co 8.4). Há apenas Satanás, que não é Deus, é apenas um ser caído, e está com sua derrota decretada, por causa da morte de Cristo na cruz e da Sua ressurreição. É claro que Satanás está ativo, e ainda ruge como leão (1Pe 5.8), mas está com seus dias contados.

Muito cuidado com o dualismo e com o politeísmo evangélico, em que surge um Deus do bem, e deuses do mal, em batalhas constantes. E mais cuidado ainda com homens e mulheres que são os escolhidos para fazer o povo de Deus triunfar sobre essas “divindades malignas”. A Bíblia ensina que Jesus já venceu todo tipo de potestade e as exibiu publicamente, como despojo (Cl 2.14,15). Portanto, fuja destes ensinos, por mais espirituais que eles possam parecer (Cl 2.6-10).

Quando esteve em Teresópolis, o Pastor Larry Walker trouxe uma mensagem extraordinária para os nossos jovens. Ele provou que tudo o que Deus Pai fez por Jesus Cristo é o que Ele faz por nós, hoje. Mostrou também que o poder que ressuscitou Jesus é o mesmo que age nas nossas vidas. Ele é “muito acima de todo o principado, autoridade, poder, domínio, e de todo nome que possa ser pronunciado, não só nesta era, mas também na vindoura (Ef 1.19-21).” Afinal, “maior é o que está em nós do que o que está no mundo” (1Jo 4.4). Portanto, se você já é de Jesus, nada de temer objetos, quadros, coisas, espíritos ou entidades.

11/5/10

"Eles Passarão... Eu Passarinho!"

No soneto “Este Quarto...”, Mário Quintana diz:

“A morte deveria ser assim:
Um céu que pouco a pouco anoitece
E a gente nem soubesse que era o fim...”


Alguns anos atrás fui ao funeral de Cláudia Coimbra, uma amiga de infância. Crescemos juntos, frequentando a mesma igreja e as classes da Escola Dominical. Na juventude, sempre alegre e atuante no reino de Deus, Cláudia precisou fazer um transplante de rim. Saiu daquela crise mais alegre ainda. Sentindo-se chamada para a Obra do Senhor, Cláudia fez o IBER (Instituto Batista de Educação Religiosa) e tornou-se ministra de educação religiosa. Mesmo diante de limitações físicas, Cláudia tinha um pique contagiante e uma alegria transbordante. Até que a doença não lhe permitiu continuar trabalhando.

Na véspera da sua partida, o Pastor Novaes foi visitá-la na UTI do hospital. O pai lhe fez a seguinte pergunta: “Por que Deus permite que uma pessoa tão consagrada tenha de passar por uma situação assim?”

Eclesiastes já nos lembra que a morte nem sempre é justa: “Um justo morreu apesar da sua justiça e um ímpio que teve vida longa apesar da sua impiedade”(7.15). Jesus confirmou isto afirmando que as dezoito pessoas que morreram com a queda da Torre de Siloé não eram mais pecadoras do que o resto do povo (Lc 13.2-5). A morte vem para todos, independentemente de quaisquer méritos. Não morrem sempre os mais velhos e depois os mais novos. Não morrem sempre os doentes à frente dos que estão saudáveis. Não morrem os que não têm nada para realizar, mas morrem aqueles que, muitas vezes, estão no auge das realizações.

O crente tem algumas garantias no sofrimento. Paulo diz assim: “Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porem não destruídos” (2Co 4.8,9). Afirma também que “os nossos sofrimentos atuais não podem ser comparados com a glória que em nós será revelada” (Rm 8.18).

Mas o crente em Cristo tem também algumas garantias na morte. A Bíblia diz que a tribulação nem a morte podem nos separar do amor de Deus (Rm 8.35 a 39). Ela nos garante ainda que “nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam” (1Co 2.9). Por isso, Deus nos conclama a não sermos ignorantes nem desesperados: “Irmãos, não queremos que vocês sejam ignorantes quanto aos que dormem, para que não se entristeçam como os outros que não têm esperança. Se cremos que Jesus morreu e ressurgiu, cremos também que Deus trará, mediante Jesus e com ele, aqueles que nele dormiram” (1Ts 4.13,14). Então, “Se vivemos, vivemos para o Senhor; e, se morremos, morremos para o Senhor. Assim, quer vivamos, quer morramos, pertencemos ao Senhor” (Rm 14.8).

Enfim, para o crente em Cristo, sofrimento e morte também podem ser traduzidos nas palavras de Mário Quintana, em “Poeminha do Contra”:

“Todos esses que aí estão
atravancando o meu caminho,
Eles passarão... eu passarinho!”

11/4/10

I HEART Project: Part Two

I HEART Project: Part Two
As some of my long-time readers may remember, last year I started an inspiration project called I HEART. The goal of the project was for each participant to fill a double page spread collage with things they love (err... heart). I mailed two pieces of paper to everyone who signed up and after each person completed their double page spread, they mailed their collages back to me. Now it's time for Part Two! For those who didn't know about the project and those who signed up for Part One but couldn't get your pages mailed to me before the deadline, Part Two is for you. The rules are the same as in Part One. In the end, I will compile everyone's work (with credits) into an online book that everyone can view (Parts One and Two will be combined to make one huge book).

If you are interested in being a part of this project, please comment below (or email me!) providing me with your name and city/country so that I can put the together a list. (please note: if you participated in Part One, you cannot sign up again). Sign ups open today and will continue to be open until Wednesday, November 10th. Let the games begin...
SIGN UPS ARE NOW CLOSED.

PS. To see what some people did last year, check out the I HEART Project Flickr Pool.

(photo by me)

11/3/10

Ele se Compadece das Nossas Fraquezas

Joni Earickson era uma jovem atleta, cheia de vida. Certo dia, ao mergulhar em um lago, ela bateu em uma pedra. Como resultado desse choque, ficou tetraplégica. Quando entendeu a extensão da sua dependência, desesperada, pediu a morte. Pediu a uma amiga que lhe desse alguns comprimidos para se suicidar. Diante da negativa, desesperou-se mais ainda com o pensamento: “Não posso nem mesmo me matar”. Com o espírito abalado por ódio e amargura, sua vida estava fadada a ser tragicamente triste. Um dia, a sua melhor amiga, ao lado da sua cama, tentando consolá-la, lhe disse: “Joni, Jesus sabe o que você está sentindo. Você não é a única pessoa paralítica. Ele também esteve paralisado”. Joni olhou-a enfezada, e perguntou: “O que você quer dizer com isto?” A amiga prosseguiu: “É verdade. Lá na cruz, Jesus deve ter tido muita vontade de remexer-se um pouco, mudar de posição para aliviar o peso do corpo, mas não podia mover-se. Ele sabe o que você está sentindo.” Joni disse que já tinha percebido o bem que o amor dos seus amigos e familiares lhe fazia, mas pela primeira vez Deus lhe pareceu incrivelmente próximo dela. Hoje, Joni pinta quadros com a boca, e seu testemunho cristão já correu o mundo através de filme e livros.

Recentemente, meu irmão gêmeo me disse que conheceu um Ministro de Música muito competente, músico fino, mas que maltratava os coristas e músicos que não aprendiam facilmente, mostrando falta de paciência com suas fraquezas. Um dia sofreu um AVC, e ficou com várias partes do seu corpo comprometidas. Através de um processo longo de fisioterapia, enfim voltou a reger. Só que, após a enfermidade, continuou competente, sério e exigente, mas passou a tratar a todos com cortesia e paciência. Como experimentou a fraqueza de querer fazer algumas coisas e não conseguir, humanizou-se.

O Escritor aos Hebreus diz: “temos um sumo sacerdote que pode se compadecer das nossas fraquezas” (Hb 4.15). A palavra grega usada para fraqueza é astheneia, que pode ser traduzida por ausência de força ou deformidade. No Novo Testamento, esta palavra nunca é usada como sinônimo de força física. Ela se refere mais a uma fraqueza moral, mental ou emocional. Então, a Bíblia nos diz que o nosso Grande Sumo sacerdote e único mediador, o Senhor Jesus Cristo, porque foi tentado e provado em todas as coisas como nós, mas sem pecado, se compadece das “nossas fraquezas”.

Se Jesus só entendesse as nossas fraquezas já seria bom. Mas Ele conhece a sensação que temos em nossas fraquezas – os traumas emocionais, os conflitos interiores e a dor que tudo isso nos acarreta. Ele compreende as nossas frustrações, aflições, depressões, mágoas, os sentimentos de abandono e solidão, isolamento e rejeição. Ele sabe exatamente como nos sentimos quando experimentamos toda essa gama de emoções que acompanham nossas fraquezas e enfermidades. A Bíblia garante que, tendo passado pelas mesmas coisas, Ele sabe entrar nos nossos problemas e senti-lo conosco.

No Getsêmani, Jesus sentiu “a sua alma profundamente triste até a morte”(Mt 26.37,38). Ou seja, Ele passou por sofrimentos e sensações de agonia tão fortes que até desejou a morte. Então, Ele entende quando você está deprimido e não quer viver mais. Mas Jesus também enfrentou falsos testemunhos, calúnias e humilhação. Na cruz, cuspiram-lhe no rosto, deram-lhe murros e o esbofetearam (Lc 22.63, Mt 26.67). Poucas coisas são tão humilhantes, degradantes e destroem o nosso sentimento de dignidade. Então, Ele entende o tipo de sensação que se passa dentro de nós quando nos sentimos agredidos e humilhados. Mas também, lá na cruz, fizeram pouco caso dele. Foi alvo de chacotas (bullying), de gozação. Sentiu-se desajeitado, horroroso, justamente por causa da crueldade dos seus algozes. Isaías descreveu o que Ele passou, dizendo: “...nenhuma beleza havia que nos agradasse. Era desprezado, o mais rejeitado entre os homens, ... e dele não fizemos caso” (Is 53.2,3). E, talvez, a pior dor que sofreu foi quando se sentiu abandonado pelo próprio Pai. Os céus se tornaram horrivelmente surdos para Ele. Gritou por socorro, mas não recebeu resposta (Mt 27.46). Então, Jesus compreende o nosso grito de desamparo, quando o nosso nível emocional está mais baixo, devido à rejeição, abandono ou depressão.

Não importa qual seja a nossa fraqueza, Deus não se envergonha de nós. A Bíblia nos garante que “Ele se compadece das nossas fraquezas” (Hb 4.15). Mas diz mais. Deus nos convida a chegarmos a Ele com nossa dor, culpa ou vergonha. Ele diz: “Cheguemo-nos, pois, confiadamente ao trono da graça, para que recebamos misericórdia e achemos graça, a fim de sermos socorridos no momento oportuno”. Sim, há esperança e socorro para cada um de nós. O Deus de toda a graça, nosso Sumo Sacerdote Jesus Cristo, pede tão somente que nos aproximemos dEle com confiança. Aquele que se compadece da nossa fraqueza quer nos socorrer, quer agir com graça e amor em nossas vidas, na hora certa. Então, aproxime-se dEle já.

Les Sœurs by Sade Williams

Les Sœurs by Sade Williams
I love the mood of this shoot, "Les Sœurs," by LA/San Diego based photographer Sade Williams for Adore Vintage. Ah, I'm such a sucker for pretty sunsets and pretty settings... And those two girls with their piercing blue eyes are just beautiful - like porcelain dolls, almost. I'm especially fond of the little lace number the blonde girl is donning. But then again I love most anything lacey, so that's pretty predictable I guess.
Les Sœurs by Sade Williams
Les Sœurs by Sade Williams
Les Sœurs by Sade Williams
Les Sœurs by Sade Williams
Les Sœurs by Sade Williams
Les Sœurs by Sade Williams
photography: sade williams
wardrobe: adore vintage
styling: rodellee
models: sidney at next la // jennifer at models international

11/2/10

Still corners

One of my dear readers, Genevieve, sent me the link to London based band, Still Corners, saying she saw the band and thought of me (thanks genevieve!). I clicked on the link and wow... As the name suggests, the music they make is so haunting and ethereal and combined with the front-lady's delicate voice, it makes for such an achingly beautiful mood. I love discovering new music I love (well obviously, but you know what i mean ha).
Still corners
Still corners
"This music was free and discovered.

While walking in the woods with loved ones we DANCED as the ashes of the departed swirled about us like whirls of snow and birch tree branches heavy with ice bowed to touch our faces slowly spilling their white glass to the forest floor. We found in the mess of these silent shapes this light show and these reflected tones."
Still corners
Still corners
Mildllyyy reminds me of The Virgin Suicides and the girl kinda reminds me of Kirsten Dunst, what do you think?


Tell me, friends, have you come across any lovely bands/musicians recently?

(photos are screenshots of their music video "wish" which was directed by lucy dyson)
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